OIL & GAS & NAVAL & ENERGY NEWS – Nº 344

I – NOTICIAS
1-MISSÃO SOBENA NA CONFERENCIA SOBRE DESCOMISSIONAMENTO DE PLATAFORMAS 2017, NA ESCÓCIA
A SOBENA- SOCIEDADE BRASILEIRA DE ENGENHARIA NAVAL está organizando um Grupo de interessados em participar da CONFERENCIA SOBRE DESCOMISSIONAMENTO OFFSHORE 2017, a ser realizada em novembro, na Escócia, um dos mais importantes eventos sobre Descomissionamento de Plataformas de Petróleo do mundo.

Dados básicos estão abaixo:
Ida : 26 de Novembro, do Rio de Janeiro
Retorno: 01 de Dezembro, para o Rio de Janeiro
Evento: 27, 28 e 29.11.2017 – estas datas já estão definidas.
Local: St. Andrews, na Escócia
Visitas: em Aberdeen, 29.11(translado para Aberdeen) , 30.11(visitas e reuniões especificas) e 01.12(parte da manha, reuniões especificas), sob coordenação do Consulado Britânico
Estimativa de Participantes: 18/25.

Evento: Offshore Decommissioning Conference 2017
O Grupo SOBENA , além da participação no evento, contará também com reuniões em Aberdeen para visitas e analise de eventuais parcerias com empresas especializadas em descomissionamento , com apoio do Consulado Britânico.

Inscrições através do site : www.sobena.org.br

Fonte: Editor/ Eng. Ronald Carreteiro

2-A OPEP poderia estabilizar o preço do petróleo?
Os membros do comitê técnico da OPEP se reuniram em São Petersburgo, Rússia, para avaliar a conformidade contínua com o pacto de parceria entre países membros e externos à organização. Essa reunião foi particularmente controversa porque os participantes estavam insatisfeitos com o fato dos preços do petróleo terem caído em maio e junho mesmo com seu renovado compromisso de cortar a produção.

O comitê discutiu a produção de petróleo da Nigéria e da Líbia, os dois países da OPEP que estavam dispensados do pacto até agora. A crescente produção de petróleo destes países foi mencionada como um motivo pelo qual os preços do petróleo não subiram em meio e em junho. Embora países da OPEP possam ser mais misericordiosos com a Nigéria e com a Líbia, participantes do acordo que não fazem parte da organização parecem ser mais exigentes em relação a eles.

Na reunião, a Nigéria concordou em cortar ou limitar sua produção em 1,8 milhão de barris por dia desde que o país estabilize sua produção neste nível. Não havia indicação de quanto isso poderia ocorrer, especialmente à luz de recentes notícias de mais sabotagem terrorista na produção nigeriana. Além disso, a Royal Dutch Shell (NYSE:RDSa) anunciou recentemente que um vazamento levou a empresa holandesa a fechar o oleoduto Trans Niger, que tem sido alvo de inúmeros ataques de rebeldes e ladrões.

Após a reunião de segunda-feira, a OPEP não ofereceu detalhes a respeito de qualquer decisão sobre a produção da Líbia. Contudo, em uma entrevista à S&P Platts Global, o ministro do petróleo de Omã, que participou da reunião como externo à OPEP, repreendeu a Líbia por anunciar seus planos de aumentar a produção de petróleo para 1,25 milhões de barris por dia. Esse tipo de discurso, afirmou ele, impede que os preços do petróleo subam.

Contudo, a Líbia pode não conseguir atingir essa marca durante algum tempo, uma vez que algumas de suas instalações de petróleo não foram ainda restauradas após ataques terroristas. A Líbia tem feito uma declaração extravagante de produção para obter o mais alto limite possível quando a OPEP inevitavelmente forçar o país a se juntar ao acordo de cortes na produção.

O preço do petróleo subiu cerca de 3% após a reunião, provavelmente baseado quase que inteiramente em comentários de Khalid al-Falih, ministro saudita do petróleo. Ele disse a repórteres que a Arábia Saudita pretende cortar sua exportação (não a produção) em agosto para 6,6 milhões de barris por dia. A última vez que as exportações da Arábia Saudita estiveram neste nível foi em março de 2011, de acordo com a Iniciativa Conjunta de Dados sobre Petróleo (JODI, na sigla em inglês).

Khalid al Falih também citou a possibilidade de introduzir um mecanismo para limitar e monitorar exportações de petróleo além da produção. Ficou claro que os números de exportação estão impactando os preços de petróleo e dificultando a habilidade da OPEP de reequilibrar o mercado de petróleo. A OPEP não pode se focar apenas nos níveis de produção.

Por exemplo, a produção iraniana permanece dentro dos limites do pacto, mas o país tem exportado além do que seus níveis de produção indicariam ao vender o petróleo armazenado e condensado. Tecnicamente, o Irã tem cumprido o acordo de cortes na produção, mas tem enviado mais petróleo ao mercado global, o que diminui o preço.

Adicionar um mecanismo que regule as exportações acima dos limites de produção poderia ajudar a acelerar o reequilíbrio do mercado de petróleo, mas seria algo extremamente difícil de se atingir. Conforme Alexander Novak, ministro russo de petróleo, afirmou em uma entrevista à S&P Platts Global, as exportações da Rússia podem variar sazonalmente e definir limites mensais de exportação seria algo muito difícil de se administrar. Isso é verdade para muitos países participantes, especialmente aqueles que ainda dependem muito do petróleo para geração de eletricidade doméstica.

Outro problema enfrentado por parceiros da OPEP e externos à organização em sua tentativa de estabilizar o mercado de petróleo: eles apenas regulam o petróleo bruto e não os produtos refinados. Alguns países produtores de petróleo, como a Arábia Saudita, possuem indústrias robustas domésticas de refino e poderiam exportar produtos refinados para compensar menores exportações de petróleo bruto.

Países da OPEP e externos à organização continuam a monitorar seus níveis de produção e eles podem começar a monitorar as exportações. A conformidade dos países participantes durante os próximos três meses e meio terá um importante impacto em quaisquer decisões tomadas por membros e não membros da OPEP em sua reunião semestral em novembro.

Fonte: Ellen Wald / Investing.com/ Redação Portal Marítimo

3-França nacionaliza estaleiro da STX e abre crise com Itália
O ministro da Economia da França, Bruno Le Maire, informou que o governo de Emmanuel Macron decidiu nacionalizar “temporariamente” o estaleiro da STX em Saint-Nazaire, ampliando uma crise com o governo italiano.

“Anuncio que tomamos a decisão de exercer nossos direito de preferência na STX. O nosso objetivo é defender os interesses estratégicos da França. A decisão de exercer esse direito que apenas adotamos é uma decisão temporária”, informou Le Maire. Ao mesmo tempo em que fez o anúncio, o ministro informou que fará uma reunião na próxima terça-feira (1º) com o ministro da Economia da Itália, Pier Carlo Padoan, e do Desenvolvimento Econômico, Carlo Calenda.

O caso abriu uma crise porque, durante o governo do então presidente francês François Hollande, o grupo italiano Fincantieri concordou em pagar 79,5 milhões de euros por 66,6% das ações da STX, que até então estava sob controle da companhia sul-coreana homônima que faliu.

O Tribunal de Seul está vendendo a STX francesa “em partes” e dois terços da companhia acabaram ficando na mão dos italianos. A Fincantieri e a Fondazione CrTrieste fizeram o acordo para a compra, dando assim a maior parte das ações para o grupo formado pela Itália.

O problema agora é que Macron, que sucedeu Hollande, quer rediscutir os termos de compra – fato completamente rejeitado pelos italianos. Ontem (26), Le Maire deu diversas entrevistas afirmando que o governo francês queria propor uma gestão “50%-50%” com os italianos, sendo que a Fincantieri ficava com 50% das cotas e os investidores franceses com a outra metade.

Le Maire ainda destacou que essa nacionalização foi feita “para debater” os termos de um novo acordo, já que “não há nenhuma suspeita contra os amigos italianos”.

“De nossa posição, não vamos nos mover um pouco sequer por razões de mérito, mas também por dignidade e orgulho nacional”, disse Calenda lembrando que “nenhum ultimato” pode mudar um acordo já firmado.

Já Padoan destacou que “não há nenhum motivo para a Fincantieri” diminuir sua parte porque o grupo está focado no desenvolvimento industrial da STX em Saint-Nazaire.

O CEO da Fincantieri, Giuseppe Bono, também mostrou que não está disposto a nenhuma negociação e lembrou que “nos últimos anos, eu gosto de lembrar disso, a Fincantieri entregou 50 navios contra 12 de Saint-Nazaire”. “Nos aliando com STX queremos criar um campeão europeu e não vamos aceitar sermos tratados pior do que os coreanos”, acrescentou Bono.

De acordo com a mídia francesa, Macron quer renegociar o acordo porque os italianos acabariam controlando o único grande estaleiro francês, um ponto considerado “estratégico” pelo governo. Além disso, o presidente teme que a gestão italiana possa causar demissões e gerar, por consequência, protestos maciços de sindicatos em um ano em que o presidente quer debater temas ligados à reforma trabalhista. (ANSA)

Fonte: Isto é

4-Navio carregado com ouro brasileiro é encontrado naufragado na Islândia
Um navio nazista carregado de ouro proveniente do Brasil, afundado em 1939, foi encontrado perto do litoral da Islândia.

O Minden, navio alemão afundado em setembro de 1939, teria sido identificado nas últimas semanas quase 80 anos após seu afundamento, a cerca de 190 km de distância do litoral islandês, graças as atividades da empresa britânica especializada em recuperação de navios afundados “Advanced Marine Services”.

Ele estaria carregado com cerca de 4 toneladas de ouro, por um valor de cerca de 110 milhões de euros (cerca de R$ 407 milhões). O ouro tinha sido retirado do Banco Germânico, uma filial brasileira do banco alemão Dresden.
Quando estava se aproximando da Europa, o Minden foi identificado e abordado por cruzadores da marinha britânica HMS Calypso e HMS Dunedin. Adolf Hitler em pessoa ordenou ao capitão que afundasse o navio para não permitir que os britânicos obtivessem a carga. A tripulação do Minden foi resgatada pelo HMS Dunedin e levada para a base naval de Scapa Flow, nas Ilhas Órcades, um arquipélago no norte da Escócia.

Nem todos os historiadores concordam se o ouro ainda está a bordo do navio, mas as elevadas despesas já realizadas pela empresa para recuperar os restos do Minden seriam indícios da presença de algo muito valioso a bordo.
A Advanced Marine Services pretende recuperar o tesouro e levá-lo no Reino Unido. No entanto, os arqueólogos marinhos da empresa ainda não conseguiram avaliar se há realmente ouro na embarcação, já que não obtiveram a autorização para permanecer em águas territoriais da Islândia, conduzir pesquisas ou confiscar o conteúdo do navio submerso.

Por isso, uma batalha judicial para determinar quem irá ficar com o tesouro está sendo travada na pequena ilha europeia.

Quando há algumas semanas a guarda costeira islandesa perguntou à tripulação do Seabed Construtor, navio contratado para realizar a investigação, por que eles estavam lá, recebeu respostas vagas.

“Eles disseram que estavam procurando uma relíquia da Segunda Guerra Mundial, mas não afirmaram nada mais”, explicou Georg Lárusson, comandante da guarda costeira islandesa.

Agora as autoridades da Islândia terão determinar quem é o proprietário dos restos do Minden e, eventualmente, autorizar a Advanced Marine Services a leva-los à Grã-Bretanha.

Fonte: G1/Redação Portal Marítimo

5-Barra Energia pesa capacidade de investimento para decidir participação em leilão do pré-sal
A petroleira Barra Energia estuda participar do leilão da área adjacente à promissora descoberta de Carcará, no pré-sal da Bacia de Santos, neste ano, mas ainda avalia se terá recursos para fazer frente ao investimento e se a oferta faria sentido do ponto de vista estratégico, disse o CEO da companhia, Renato Bertani.

A parcela da jazida de Carcará que está fora dos limites do contrato será leiloada em rodada do pré-sal em outubro deste ano, por um bônus fixo de 3 bilhões de reais.

Estima-se que a fatia que vai a leilão contenha uma reserva de 2 bilhões de barris de petróleo “in situ”, o que indica uma reserva gigante, na avaliação da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
“Estamos analisando todas as oportunidades que surgem, inclusive essa. Mas temos que pesar dois lados, primeiro alinhamento estratégico e segundo gestão da nossa capacidade de investimentos”, disse Bertani, durante um evento no Rio.

“Não vamos nos comprometer com algo que gere dificuldade de caixa no futuro.”

O executivo explicou que ainda não há conversas para a formação de consórcios para o leilão.

“Ainda estamos muito na avaliação do ativo e da parte econômica, porque é um outro modelo de contrato, o que demanda uma análise mais complexa”, ressaltou.

A Barra Energia, controlada pelos fundos de private equity First Reserve e Riverstone Holdings, detém 10 por cento do bloco BM-S-8, onde está a descoberta original de Carcará.

Bertani afirmou que não recebeu uma oferta da norueguesa Statoil por sua participação no BM-S-8.
Neste mês, a Statoil anunciou a compra de 10 por cento do ativo da Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP) por 379 milhões de dólares. Também já havia comprado 66 por cento e o controle do bloco da Petrobras, por 2,5 bilhões de dólares, além de manifestar seu interesse no leilão da parte adjacente.

O ativo traz grandes expectativas para o mercado. Em anúncios anteriores, a Petrobras revelou que testes mostraram alta produtividade, equivalentes aos melhores poços produtores do pré-sal.

O executivo falou com jornalistas durante audiência pública realizada pela ANP para receber contribuições sobre os pré-editais e minutas de contrato da 2ª e 3ª Rodadas de Partilha da Produção.

Atratividade dos leilões
Bertani afirmou que defende que o sócio que adquirir a área adjacente de Carcará tenha como exigência fazer pelo menos dois poços em dois anos na nova área, enquanto o contrato atual prevê apenas um poço em três anos.
“Achamos que é muito pouco em relação a dimensão da descoberta e é absolutamente viável acelerar esse programa”, afirmou.

Também presente na audiência pública, o secretário executivo do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), Antonio Guimarães, afirmou que os documentos apresentados pela ANP mostram “que o governo se movimentou para tornar o contrato mais atrativo”.

Entretanto, destacou que há pontos que o IBP pede que haja mudança. Dentre eles, explicou que a dinâmica do dia do leilão não estimula maior concorrência.

Nas regras propostas pela ANP, os ofertantes farão todas as ofertas pelas áreas de uma só vez e a ANP irá apontar os vencedores.

“(Dessa forma) você perde a capacidade de criar competitividade, porque se há uma empresa que tem uma limitação de quantos blocos pode comprar e tiver que fazer todas as ofertas de uma só vez…Quando (ela) faz sequencialmente e…perde, já sabe que tem recursos para ir para uma segunda”, disse Guimarães.

Fonte: Reuters

II – INFORMAÇÕES E COMENTÁRIOS
1-A retração de 2,2% no consumo de energia em julho é um sinal muito ruim para país
Dados preliminares de medição coletados entre os dias 1º e 25 de julho apontam quedas de 2,2% no consumo e de 1,9% na geração de energia elétrica no país, na comparação com o mesmo período do ano passado. As informações constam na mais recente edição do boletim InfoMercado Semanal Dinâmico, da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE, que traz dados prévios de geração e consumo de energia, além da posição contratual líquida atual dos consumidores livres e especiais.

O consumo, em julho, totalizou 56.545 MW médios no Sistema Interligado Nacional – SIN, retração de 2,2% frente ao volume de energia consumido nos mesmos dias de 2016. Houve queda de 6,9% no Ambiente de Contratação Regulado – ACR (cativo), no qual os consumidores são atendidos pelas distribuidoras, índice que leva em conta a migração de consumidores para o mercado livre (ACL). Excluindo esse impacto, o ACR registraria diminuição de 1,2%.

No Ambiente de Contratação Livre – ACL, no qual as empresas compram energia diretamente dos fornecedores, foi registrado aumento de 10,1% no consumo, número que inclui os novos consumidores vindos do mercado cativo (ACR). Caso a migração não fosse considerada, haveria queda de 4,7% no consumo.

Dentre os ramos da indústria avaliados pela CCEE, incluindo dados de autoprodutores, varejistas, consumidores livres e especiais, os maiores índices de retração no consumo de energia no período, excluindo a migração, pertencem aos segmentos de bebidas (-10,3%), minerais não metálicos (-8,5%) e transporte (-7,3%).

A análise da geração de energia no Sistema, em julho, também aponta queda na produção das usinas com 59.070 MW médios entregues, montante de energia 1,9% inferior ao gerado em 2016. O número tem grande influência da diminuição de 11% na geração das usinas hidráulicas, incluindo as Pequenas Centrais Hidrelétricas. As gerações eólica (+23,9%) e térmica (+21,9%), por sua vez, apresentaram desempenho superior no período.

O InfoMercado Dinâmico também apresenta estimativa de que as usinas hidrelétricas integrantes do Mecanismo de Realocação de Energia – MRE gerem, em julho, o equivalente a 66% de suas garantias físicas, ou 38.384 MW médios em energia elétrica. Para fins de repactuação do risco hidrológico, o percentual foi de 70,5%.

Fonte: Redação TN Petróleo/Assessoria CCEE

2-Aumento no preço da gasolina eleva competitividade do GNV
A economia proporcionada pelo Gás Natural Veicular (GNV) frente aos combustíveis líquidos continua bastante vantajosa e ficará ainda mais evidente agora que o brasileiro terá que pagar, em média, 10% a mais para encher o tanque com gasolina, de acordo com cálculo feito pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

Para quem usa Gás Natural Veicular (GNV), a economia chega a ser superior a 50%, de acordo com cálculos da Companhia de Gás de São Paulo (Comgás). O estudo foi realizado considerando a média de preços em São Paulo, conforme levantamento feito pela Agencia Nacional do Petróleo, Gás Natural e Bicombustíveis (ANP), e a média de rendimento de cada combustível.

Segundo o estudo da Comgás, o custo médio do quilômetro rodado com GNV chega a R$ 0,15 enquanto com a gasolina o valor pode chegar a R$ 0,37 e com o etanol a R$ 0,33. Isso significa que com R$ 30 o motorista consegue rodar 200 km com GNV, 81 km se abastecer o automóvel com gasolina e 90 km, caso opte pelo etanol.

“Cada vez mais os consumidores buscam alternativas para equilibrar o orçamento, especialmente em um cenário econômico adverso. E o GNV proporciona um rendimento muito maior por quilômetro rodado”, afirma Ricardo Vallejo, gerente de marketing GNV da Comgás.

Oito coisas que você precisa saber sobre o GNV

1 – ECONOMIA
O GNV é comercializado em metros cúbicos enquanto o etanol e a gasolina são precificados em litros. Por isso, o que conta não é o preço da bomba, mas o rendimento. E o GNV proporciona um rendimento superior. Na comparação do custo por quilômetro rodado com o de combustíveis líquidos, a economia do GNV supera em média o patamar de 50% no Estado de São Paulo. Em média, um veículo percorre 7km/litro de etanol, 10km/litro de gasolina ou 14 km/m³ de GNV.
2 – INVESTIMENTO
O custo da conversão para o GNV pode variar conforme a oficina. Atualmente, o valor gira em torno de R$ 3.990 e pode ser financiado em todas instaladoras. O investimento é amortizado pela economia mensal. Quem roda aproximadamente 2.000 km/mês, por exemplo, pode recuperar o valor em menos de um ano e usufruir integralmente da economia nos anos seguintes.
3 – PERFORMANCE
Com o Kit GNV de Geração 5, totalmente eletrônico, a performance do carro praticamente não é alterada – a perda de potência é de apenas 3%, algo imperceptível até para um piloto profissional. Não há prejuízos para o motor.
4 – MANUTENÇÃO
O Kit GNV de Geração 5 eliminou problemas como o ressecamento de mangueiras ou a necessidade de troca constante de velas. A partida do veículo é realizada pelo combustível original. Após o motor atingir a temperatura ideal, que gira em torno de 90ºC, o gás entra em operação. A manutenção segue o estabelecido no manual do veículo.
5 – CONVERSÃO
É fundamental fazer a conversão em uma oficina certificada pelo Inmetro. Além do aval do Instituto, a Comgás também possui um programa de certificação de qualidade e segurança, chamado de Instaladora Programa 10.
6 – SEGURANÇA
O combustível é muito seguro. Menos inflamável que a gasolina ou o etanol, o GNV é mais leve que o ar e se dissipa rapidamente em caso de vazamento. Os equipamentos do Kit GNV Geração 5 seguem padrões internacionais de qualidade e segurança. O cilindro de GNV é projetado com o mesmo material e normas, por exemplo, de um cilindro de oxigênio hospitalar.
7 – REDE DE POSTOS
A Comgás tem uma de rede de 271 postos com a opção do GNV em sua área de concessão (Grande São Paulo, Campinas e região, Vale do Paraíba e Baixada Santista). Somente no município de São Paulo são aproximadamente 150 postos. O aplicativo para celular GNV Comgás (IOS e Android) permite encontrar o posto mais próximo de GNV, bem como calcular a economia em relação a outros combustíveis.
8 – MEIO AMBIENTE
Os veículos movidos a gás natural veicular reduzem a emissão de poluentes. O GNV emite em média 15% a menos de CO2 em relação ao etanol e 20% a menos na comparação com a gasolina.

Sobre a Comgás
A Companhia de Gás de São Paulo (Comgás) trabalha para ser a melhor alternativa energética para as pessoas, as empresas e a sociedade, oferecendo serviços e soluções que antecipam o futuro.

Com fornecimento ininterrupto e atendimento 24h, a Comgás atende mais de 1,7 milhão de clientes em sua área de concessão no estado de São Paulo: a Região Metropolitana de São Paulo, a Região Administrativa de Campinas, a Baixada Santista e o Vale do Paraíba.

.A Companhia possui mais de 15 mil quilômetros de rede de distribuição em 87 municípios, abastecendo com gás natural os segmentos industrial, comercial, residencial e automotivo, além de viabilizar projetos de cogeração e fornecer gás para usinas de termogeração.

Fonte: Redação TN Petróleo/Assessoria COMGAS

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