OIL & GAS & NAVAL & ENERGY NEWS – Nº 346

I –NOTICIAS
1- PetroRio tentará comprar mais de um ativo da Petrobras
A PETRORIO tentará comprar múltiplos ativos no novo processo de desinvestimento da Petrobras. A companhia foi convidada a participar de todas as vendas abertas pela estatal após a reformulação dos desinvestimentos em conformidade com as orientações do Tribunal de Contas da União (TCU) e está participando de mais de um processo.
O CFO da PETRORIO, Blener Mayhew, elogiou a reorganização da venda dos ativos pelas novas regras e afirmou que todo o caixa da empresa está disponível para aquisição de áreas.

“Vamos ver empresas comprando estes ativos e, com muito otimismo, a PETRORIO vai ser uma delas. (…) Vamos fazer bids agressivos para tentar adquirir múltiplos ativos simultaneamente, tanto da Petrobras, quanto em outros processos”, afirmou Mayhew durante conferência com analistas.

No momento, a petroleira analisa as áreas postas à venda e, apesar de ter recebido propostas para parcerias nas compras, ainda não decidiu se vai entrar nos processos sozinha ou em consórcio.

“Temos sido bastante assediados por empresas internacionais para parcerias nestes processos, mas independentemente de parceiros, temos capacidade de comprar mais de um ativo sozinhos”, explicou o CFO.

Até o momento, a Petrobras já colocou à venda o campo de Azulão, na Bacia do Amazonas, Juruá, na Bacia do Solimões e Maromba, na Bacia de Campos, além de 30 concessões em águas rasas nas Bacias de Campos, Santos, Ceará, Potiguar e Sergipe-Alagoas.

Recentemente, a PETRORIO comprou a Brasoil, o que garantiu uma participação de 10% no campo de Manati, na Bacia de Camamu, além de dois blocos na Foz do Amazonas. Antes da aquisição, o único ativo produtor da empresa era o campo de Polvo, na Bacia de Campos.

Polvo está em processo de declínio da produção e, atualmente, a PetroRio analisa a possibilidade de perfurar dois novos poços no campo, com o objetivo de estender a vida útil da área. A petroleira pretende perfurar até o final de 2017, mas as atividades dependem de uma negociação com a ANP para a redução da alíquota de royalties do campo.
No primeiro semestre de 2017, o campo produziu uma média de 8,1 mil barris/dia, alta de 1,4% em relação ao mesmo período no ano passado, devido a investimentos na recuperabilidade dos poços.

Resultados
A PETRORIO teve lucro de R$ 47 milhões no segundo trimestre de 2017, frente às perdas de R$ 51 milhões no mesmo período em 2016. As receitas de março a junho somaram R$ 155,5 milhões, aumento de 50% na comparação com os R$ 103,4 milhões dos mesmos meses no ano passado.

No acumulado do primeiro semestre, o lucro foi de R$ 51,1 milhões, na comparação com os R$ 116,4 milhões dos seis primeiros meses de 2016. O faturamento semestral ficou em R$ 230,3 milhões, alta de 59% em relação às receitas de R$ 144,9 milhões de janeiro a junho de 2016.

Fonte: Brasil Energia/ Por Gabriela Medeiros

2- Espírito Santo: 60 anos de atuação da Petrobras no Estado
Completamos 60 anos de atuação no Espírito Santo, onde temos atividades de produção de óleo e gás em plataformas e processamento de gás em unidades de tratamento – UTGs

“Nossas operações no Espírito Santo são responsáveis por cerca de 15% de toda a produção de óleo e gás da Petrobras. Processamos gás natural em duas estações de tratamento, a UTG Cacimbas-Linhares e a UTG Sul Capixaba-Anchieta, fornecendo energia para a indústria e exportando o excedente para outras regiões do país. Fazemos isso com total atenção à segurança das pessoas e respeito ao meio ambiente, tendo em vista nosso compromisso com a vida”, ressalta o gerente geral da Unidade de Operações do Espírito Santo, Ricardo Morais.

A ideia De um concerto assinala a importância dessa trajetória de 60 anos no Espírito Santo. Celebra, também, nossa parceria de sucesso com a Orquestra Petrobras Sinfônica. Afinal, a OPES está comemorando 30 anos de patrocínio Petrobras.

Fonte: Redação TN Petróleo/Agência Petrobras

3-DRAGAGEM DO MADEIRA É ESSENCIAL À ECONOMIA LOCAL DO ESTADO DE RONDÔNIA
O rio Madeira é um dos principais corredores logísticos do País e integra o Arco Norte. Pela Hidrovia do Madeira ocorre o escoamento da produção agrícola, principalmente soja e milho de Mato Grosso e Rondônia, e insumos como combustíveis e fertilizantes, com destino a Porto Velho e Manaus.

A dragagem do rio Madeira entre os estados do Amazonas e Rondônia é uma antiga reivindicação das empresas de navegação, que operam no transporte fluvial de cargas e passageiros no Norte do Brasil.

O presidente do Sistema FIERO, Marcelo Thomé, lembra que a instituição lutou pela dragagem permanente, pois ações imediatas são necessárias, principalmente nos pontos críticos do rio Madeira visando dar mais segurança à navegação. “A dragagem é essencial ao fortalecimento da economia e vai resolver um grave problema hidroviário do nosso Estado. Isso é sinônimo de fomento ao emprego e garantia da fluidez dos nossos produtos para os principais portos. As obras são uma garantia de navegabilidade durante todo o ano e dará suporte à economia”, afirmou.
De acordo com Thomé, desde julho, o rio Madeira começou a registrar níveis mais baixos, momento propício para realização dos serviços de dragagem.

Obra vai melhorar a navegação pelo rio

A dragagem é o procedimento para remoção dos sedimentos que se encontram no fundo do rio para permitir a passagem das embarcações em áreas mais assoreadas. No caso do rio Madeira, o DNIT anunciou que um trecho de 1.086 quilômetros de extensão, que vai da capital de Rondônia até o município de Itacoatiara (AM) receberá dragagem. O trecho é considerado crítico pelo próprio Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte. O valor estimado para a dragagem é de R$ 81.825.643,70. Os serviços serão realizados com maior periodicidade durante 60 meses.

O risco de acidentes náuticos no período da seca colocou em alerta navegação na região. O baixo nível das águas e a existência de bancos de areia podem provocar colisões de embarcações. “Esse adiamento da dragagem do rio Madeira prejudica muito a navegação, principalmente no período da seca. Estamos esperando uma seca bastante rigorosa, pois as cotas atuais mostram que o rio está oito metros abaixo da mesma medida registrada no ano passado. Isso indica uma seca intensa. Precisamos muito dessa dragagem”, enfatizou o presidente do Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial no Estado do Amazonas (SINDARMA), Galdino Alencar Júnior.

Para o presidente da Federação Nacional das Empresas de Navegação Aquaviária (FENAVEGA), Raimundo Holanda, a viabilização da dragagem do rio Madeira deve ficar além do discurso e tornar a via navegável continuamente. “Rondônia é um Estado promissor, que compõe como personagem principal a rota comercial do Arco Norte e necessita da viabilização desta hidrovia, navegável os 365 dias/ano.

“A implantação de hidrovias tornou-se uma questão de Estado e os números indicam isso”, frisou o diretor presidente da Sociedade de Portos e Hidrovia de Rondônia (SOPH), Leudo Buriti. “São transportados mais de 6 milhões de toneladas de grãos e outros 6 milhões de toneladas divididos em cargas gerais, derivados de petróleo e gás pelo rio Madeira. Está mais do que comprovado a necessidade desta via para atender também o mercado interno”.

Fonte: Diário da Amazônia

4-Descoberta no pré-sal de Marlim Sul
A Petrobras divulgou uma “importante descoberta” no pré-sal do campo de Marlim Sul, por meio de um poço concluído em julho. A divulgação da nova descoberta, feita no prospecto batizado informalmente de Poraquê Alto, foi feita na quinta-feira (10/08), junto com os resultados da companhia.

“É uma descoberta muito importante, feita no lead de Poraquê Alto, em Marlim Sul, na Bacia de Campos, onde temos grandes unidades produzindo do pós-sal”, afirmou a diretora de E&P, Solange Guedes.

Em nota, a companhia informou tratar-se de confirmação de reservatório carbonático, com 45 metros de espessura com óleo e boas características de porosidade e permeabilidade. O poço 6-BRSA-1349-RJS atingiu profundidade total de mais de 4,5 mil metros.

De acordo com balanço feito pela Petrobras, Poraquê Alto é a sexta descoberta ou oportunidade de exploração identificada recentemente no pré-sal da Bacia de Campos.

No geral, o óleo no pré-sal de Campos, que até o momento não tem apresentado resultados dos portes de Santos – grandes volumes e capacidade de produção por poço que chega a mais de 30 mil barris/dia –, poderá garantir a sobrevida de projetos na província.

Solange Guedes destacou que descobertas na região têm “competitividade elevada, dado o elevado grau de infraestrutura existe”.

Além de Poraquê Alto, Petrobras listou os prospectos Brava (Marlim), Forno (Albacora), Tracajá (Marlim Leste) e Carimbé (Caratinga). Em todos esses quatro casos, assim como para Marlim Leste, significam volumes de óleo adicionais que podem ser acessados em futuros planos de revitalização ou redesenvolvimento dos ativos.
Solange Guedes também falou sobre o potencial de exploração de novos volumes de óleo no Parque das Baleias, onde começou a produção do pré-sal na Bacia de Campos.

Fonte: Brasil Energia/ Por Gustavo Gaudarde

5- Royal IHC join forces with Brazilian GranInvestimentos
Brazilian company GranInvestimentos and Dutch company Royal IHC are joining forces to deliver innovative and integrated life cycle solutions to customers in the oil and gas sector. Through this partnership, both companies are set to increase their operational and service activities, and expand their presence in Latin America.

The association came into effect when IHC acquired a 50% share of GranEnergia – a subsidiary of GranInvestimentos that is active in the oil and gas market. The new partnership will be named GranIHC Services. It will provide integrated services to customers in the oil and gas industry in the fields of offshore maintenance and repair, logistical services and infrastructure facilities. The new organisation combines the strong operational platform of GranEnergia in Brazil with IHC’s know-how in designing, building and servicing equipment and vessels for the offshore, dredging and mining markets.

Together, the companies will contribute to all stages of the value chain: designing, building, commissioning, installation, maintenance and decommissioning of equipment and vessels. In the coming years, shareholders will therefore further invest in the expansion of GranIHC Services’ business lines.

“We trust that as a single supplier, we will deliver truly unique services to the entire oil and gas market”, says Rodrigo Dantas, the new company’s CEO. “This partnership will perfectly combine the expertise of Gran, a young company with first-rate knowledge of the oil and gas market, with that of IHC’s, a long-established and world-class company that provides innovative solutions to customers all over the world.”

“The partnership with Gran is a strategic move for IHC,” adds Adriano Fernandes, IHC’s Executive Director in Latin America. “It has been our goal to increase our local presence, especially in the services area. With GranIHC, we can combine Brazilian entrepreneurship with our tradition of more than 300 years in designing and building specialist equipment and vessels.”

“The shareholders share the same principles and values and are committed to creating a leading company for oil and gas services in Latin America,” confirms Rodrigo. “By integrating the best aspects from each company, we will deliver multiple and integrated services, thereby offering a unique proposition of offshore services in Latin America.”

Fonte: Newsroom/ Redação Portal Marítimo

II – INFORMAÇÕES E COMENTÁRIOS
1- Shell dentro. Apesar do ambiente político a empresa irá participar, diz André Araújo
A anglo-holandesa Shell está realizando estudos técnicos sobre as áreas de petróleo e gás que serão leiloadas no Brasil neste ano, afirmou o presidente da empresa no país, André Araújo, frisando que apesar do volátil ambiente político nacional, a indústria petroleira “continua a todo vapor”.

A decisão de participar ou não das licitações previstas no país –duas de prospectos do pré-sal, sob regime de partilha, e uma do pós-sal, sob regime de concessão– dependerá da atratividade das áreas em relação a outras oportunidades do Grupo Shell no exterior, segundo explicou o executivo.

Segunda maior produtora de óleo e gás do Brasil e a principal sócia da Petrobras em áreas do pré-sal, A Shell produziu em junho 315,048 mil barris por dia (bpd), alta de 6 por cento ante o mês anterior, segundo os dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

“Estamos olhando todas as áreas (dos leilões). A gente começa com avaliação técnica, mais para a frente começa a avaliação comercial e, em seguida, começa a ranquear o que a gente chama de melhores projetos no Brasil com os outros projetos que o grupo tem de opção de investimento e faz comparação de atratividade”, afirmou Araújo a jornalistas.

Ao deixar um evento da Sociedade Brasileira de Engenharia Naval (Sobena) no Rio de Janeiro, o executivo afirmou ainda que existe bastante movimentação em relação aos leilões.

“Acho que quase todas as empresas do setor, de alguma forma estão avaliando participação… A gente está fazendo nosso dever de casa”, declarou.

Apesar de evitar comentar detalhes sobre a atratividade das rodadas de licitação, Araújo declarou que está “muito satisfeito com o progresso da agenda” da indústria de petróleo e gás no país e que as principais demandas do setor têm recebido atenção da ANP e do governo federal.

Medidas recentes, como o fim da obrigatoriedade da Petrobras ser a operadora do pré-sal, a flexibilização do conteúdo local exigidos em projetos, além de diversas reformas regulatórias em curso, têm agradado petroleiras com atividade no Brasil.

O executivo, no entanto, ponderou que o país vive um ambiente político volátil, com muito pessimismo, mas destacou que a geologia do país é especial e que não existe uma empresa do setor grande que não queira estar presente.
“A indústria de óleo e gás, eu posso falar pela Shell, continua a pleno vapor, mesmo com turbulências no cenário político, a gente continua acreditando”, afirmou.

Fonte: Reuters

2- Participação da QGEP em leilão pode ser influenciada por venda de ativos, diz CEO
A petroleira brasileira Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP) afirmou que se inscreveu para participar da próxima rodada de licitação de blocos exploratórios de petróleo, em 27 de setembro, mas que sua participação ainda será avaliada e poderá ser influenciada pela possível venda de ativos.

Em teleconferência para comentar os resultados do segundo trimestre, o presidente da companhia, Lincoln Guardado, explicou que a QGEP está entre as 36 empresas que manifestaram interesse em participar da 14ª Rodada de licitação de blocos exploratórios de petróleo.

A 14ª Rodada vai ofertar 287 blocos nas bacias sedimentares marítimas de Sergipe-Alagoas, Espírito Santo, Campos, Santos e Pelotas e nas bacias terrestres do Parnaíba, Paraná, Potiguar, Recôncavo, Sergipe-Alagoas e Espírito Santo.

“O teor e o dimensão da nossa potencial participação na 14ª está intimamente ligada (ao que a gente) consegue em termos de desinvestimentos de nossos blocos”, afirmou Guardado.

A empresa colocou ativos exploratórios à venda e deverá ter informações ao mercado sobre o tema no terceiro trimestre.

A venda de 10 por cento do bloco BM-S-8, que inclui a promissora descoberta de Carcará, na Bacia de Santos, para Statoil, por 379 milhões de dólares, também poderá influenciar na decisão da empresa, segundo a diretora-financeira e de Relações com Investidores, Paula Costa Côrte-Real.

“A venda de Carcará acabou motivando uma revisão do nosso posicionamento estratégico dada a relevância do ativo da companhia e todos os compromissos de investimentos futuros que tinha embutido”, afirmou Côrte-Real.

A conclusão da venda do BM-S-8 ainda depende do aval de acionistas do consórcio, assim como de órgãos regulatórios.
“A gente quer e a gente acredita que até o fim do ano, no mais tardar, ter esse processo totalmente concluído, caso não haja nenhuma modificação em relação ao posicionamento dos nossos parceiros”, afirmou Guardado.

O lucro líquido da QGEP no segundo trimestre somou 61 milhões de reais, ante prejuízo de 7,7 milhões de reais no mesmo período do ano passado.

Já a receita líquida no segundo trimestre foi de 114,6 milhões de reais, comparada a 120,4 milhões de reais no mesmo trimestre de 2016.

Fonte: Reuters

3- Fernando Coelho do MME diz que setor elétrico vive um grande desafio
O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho, disse em São Paulo, que o setor elétrico brasileiro vive um desafio enorme e que, dos três elos da cadeia produtiva (geração, distribuição e transmissão), talvez a transmissão seja o que tem situação mais confortável.

Segundo ele, as distribuidoras passam por momento delicado, seja pela recessão econômica que as levou a uma sobre contratação nunca vista antes, seja pelo setor de geração com problemas ocasionados pela Medida Provisória 579, que inviabilizou empresas que venderam ao consumidor energia supostamente mais barata.

“Também foi vendido um modelo de subsídio que não aguentamos mais pagar. O consumidor paga mais subsídio do que energia. Isso é completamente irracional e penaliza o setor produtivo. Não queremos repetir esse modelo que nos trouxe até aqui”, disse durante o 5º Fórum de Infraestrutura e Logística.

Fernando Coelho ressaltou que, ao assumir, o governo atual encontrou a Eletrobrás em situação delicada, com 24 mil funcionários cuidando de uma área que não é a sua vocação (distribuição) e com R$ 22 milhões de prejuízo, atuando com péssima qualidade em seis estados.

“Iniciamos o processo de privatização para que possamos virar essa página de uma vez por todas. A Eletrobras tem papel social, mas tem que remunerar seu capital e tem que visar o lucro e retorno para seus acionistas. Estamos fazendo isso com um time de profissionais excelentes”, explicou.

Avanços

Durante sua palestra, o ministro de Minas e Energia disse que o governo já conseguiu apontar alguns avanços em termos de governança que foram criados para o setor, instituindo inclusive um conselho administrativo na Eletrobras, o que possibilitou que a empresa contabilizasse lucro do ano passado até o momento.

“Retomamos a credibilidade do investidor internacional e nacional. Também anunciamos a volta dos leilões de compra de energia nova, pela necessidade de o país estar preparado para o crescimento que devemos ter a partir de 2021”, afirmou.

Ele reforçou ainda a consulta pública aberta pelo ministério sobre uma proposta de reformulação do setor elétrico, com ênfase na alocação correta dos riscos entre os agentes da racionalidade econômica para que o governo possa apoiar o que for necessário e a migração para o mercado livre levando a responsabilidade pela segurança do setor. “Senão, vamos ter as pessoas que podem mais deixando de pagar pela segurança do setor e deixando o ônus a custo daqueles que não tem condição”.

Fonte: Redação TN Petróleo/Agência Brasil

Deixe uma resposta