OIL & GAS & NAVAL & ENERGY NEWS – Nº 382

I – NOTICIAS
1-O PREÇO DO PETROLEO
O preço do petróleo antecipando a possibilidade de aumento na oferta por parte da OPEP, manteve-se esta semana no patamar de U$ 65 a 75,00/ barril.

Os preços futuros do petróleo Brent recuaram US$ 0,26, fechando a US$ 75,08 por barril, enquanto os preços do petróleo dos EUA (WTI) caíram US$ 0,78, fechando a US$ 65,07 o barril.

A Rússia planeja propor um aumento na produção de petróleo em mais 1,5 milhão de barris por dia (bpd). Na próxima semana deveremos ter novidades, em face da reunião da OPEP desta 6ª feira última.

Fonte: Eng. Ronald Carreteiro/ O Editor

2-Frente Parlamentar em defesa das Refinarias
O objetivo central desta Frente de Parlamentares, ocorrida no Salão Nobre da Camara dos Deputados, foi o de promover o debate sobre desnacionalização do petróleo no Brasil, além de defender o patrimônio e a soberania nacional.

O grupo pretende ainda proteger os interesses dos trabalhadores, que podem ser prejudicados com a venda das Refinarias Alberto Pasqualini (RS), Presidente Getúlio Vargas (PR), Landulpho Alves Mataribe (BA) e Abreu e Lima (PE).

Fonte: AEPET

3-PETROBRAS obtém autorização junto IBAMA para instalar 5 Plataformas
A Petrobras já obteve junto ao órgão ambiental federal Ibama autorização para instalar cinco das sete plataformas previstas para entrar em operação no Brasil neste ano, cada uma delas com capacidade para produzir 150 mil barris por dia, informou a empresa à Reuters nesta sexta-feira.

As unidades com licença de instalação até agora no Brasil são P-74, P-75 e P-76, que serão alocadas no campo de Búzios, P-67, na área de Lula Norte, e P-69, na área de Lula Extremo Sul, todas no pré-sal da Bacia de Santos.

Com isso, Búzios deverá ser o primeiro a receber unidades definitivas na chamada área da cessão onerosa, região do pré-sal envolvida em acordo feito com o governo federal em meio a um processo de capitalização da Petrobras em 2010.
As unidades que ainda dependem de licença de instalação são uma plataforma para a área de Tartarugas Verde e Mestiça, na Bacia de Campos, além da plataforma P-68, que será alocada no Campo de Berbigão, na Bacia de Santos.

As licenças para o campo de Búzios foram as últimas a serem emitidas, na quarta-feira, juntamente com uma licença de operação para a empresa iniciar um Teste de Longa Duração (TLD) no campo de Sururu, também na Bacia de Santos, através do FPSO BW Cidade de São Vicente.

Ao todo, a Petrobras prevê iniciar a produção de um total de oito plataformas ainda neste ano, contando com uma plataforma para o campo de Egina, na Nigéria.

Quando a petroleira anunciou em dezembro seu Plano de Negócios e Gestão 2018-2021, analistas de mercado afirmaram que o objetivo de iniciar a operação de oito plataformas neste ano era ambicioso, considerando eventuais atrasos da empresa para colocar plataformas em atividade.

Fonte: Marta Nogueira / Reutersá

4- NOVOS FPSO´S CHEGAM PARA A PETROBRAS
Os FPSOs P-75 (Búzios) e P-67 (Lula Norte) estão prontos para deixar os estaleiros chineses da Cosco e da COOEC, respectivamente. Destinada ao projeto de Búzios II, a unidade da cessão onerosa inicia sua viagem para o Brasil na sexta-feira (18/5), enquanto a P-67 sairá na terça-feira (22/5).

A P-75 parte ao meio dia desta sexta-feira por meio de dois rebocadores, da Tranship, e mais um barco salva-guarda, que já estão em águas abrigadas do estaleiro.

O tempo de viagem é estimado entre 45 dias e 60 dias. O detalhamento da rota de transporte com os locais de parada para abastecimento será fechado na quinta-feira (17/5), mas já é certo a unidade cruzará o cabo da Boa Esperança, na África.

Ao contrário da maioria dos FPSOs da Petrobras, a P-75 não virá tripulada na viagem. Pela programação original, a unidade chegará ao Brasil pelo Rio Grande do Sul, onde ficará em algum porto, aguardando sua liberação e internacionalização. A Petrobras tentará acelerar o processo para garantir que a unidade possa seguir direto para a locação.

A chegada da P-75 está programada para ocorrer entre o fim de junho e o início de julho. O trabalho de instalação da unidade e de interligação dos primeiros poços irá consumir cerca de 60 dias, o que projeta sua entrada em operação para ocorrer entre os meses de setembro e outubro.

Já a P-67 será rebocada para o Brasil via dry-tow pela Dockwise, com o navio Dockwise Vanguard. A previsão é de que a unidade deixe o estaleiro da COOEC, onde foram realizadas a montagem e integração dos módulos, na segunda-feira (21/5), mas a depender das condições de tempo a operação pode acabar transferida para a terça-feira (22/5).

O tempo de transporte da unidade de Lula Norte é estimado entre 70 dias e 75 dias, o que projeta sua chegada ao Brasil para agosto. A plataforma está programada para entrar em operação no último trimestre, mas diante do prazo apertado existe o risco de o cronograma acabar adiado para 2019, junto com a P-68 que também deve escorregar para o próximo ano, conforme já admitiu a Petrobras.

A expectativa original da Petrobras era de que a P-67 saísse do estaleiro no fim do ano passado. Com a saída da unidade de Lula Norte, a P-70, FPSO destinado a Atapu, na cessão onerosa, e programado para entrar em operação em 2019, atracará no COOEC para finalizar sua obra.

A unidade da cessão onerosa chegou ao estaleiro chinês há mais de um mês, vinda do BJC Heavy Industries, na Tailândia, mas não pode entrar no estaleiro por falta de espaço. O problema, segundo fontes que trabalham na China, teria motivado o afastamento por um gerente de obra da Petrobras, substituído por Teresa Leodido.

Tanto a P-75 quanto a P-67 têm capacidade para produzir 150 mil barris/dia de óleo.

Fonte: Brasil Energia

5-Rosneft faz nova descoberta de gás natural no Solimões
A Rosneft encontrou novo indício de gás natural na Bacia do Solimões. Registrada na última semana na ANP, essa é a terceira descoberta feita no bloco SOL-T-169 desde 2011.

O ativo foi arrematado na sétima rodada da ANP, em 2005, pela Oil M&S, e, depois de ser adquirida pela brasileira HRT (PetroRio), foi integralmente comprada pela russa.

O plano de avaliação da descoberta (PAD) do bloco vence em outubro de 2022, de acordo com informações da agência reguladora.

Este é o décimo indício registrado em 2018, o que corresponde a quase metade do total de 2017. Seis deles foram feitos em terra e quatro no mar.

Além do SOL-T-169, foram notificados este ano no onshore do país indícios no campo de Canto do Amaro, operado pela Petrobras; no bloco REC-T-153 (Tek); em Guriatã (Petrobras; POT-T-569 (Imetame); e Jandaia Sul (Petrobras).

Já no offshore os registros foram feitos em Libra, nos poços 3-BRSA-1356D-RJS e 3-BRSA-1355D-RJS, e Marlim Leste (9-MLL-79D-RJS). Os empreendimentos são também operados pela Petrobras.

Histórico
Ao todo, foram notificados 1.748 registros na ANP de indícios de hidrocarbonetos desde 1998, quando se inicia a série histórica publicada pela agência.

Pouco mais de 50% dos 877 registros ocorreu no offshore, 607 deles apresentando indícios de petróleo, 136 de gás e petróleo, 110 de gás natural e outros 24 não caracterizados.

O indício encontrado em maior lâmina d’água (2.988 m) foi registrado no bloco SEAL-M-499, na Bacia de Sergipe-Alagoas, em 14 de abril de 2015. O ativo é operado pela Petrobras.

Um ano antes foi feita a notificação em lâmina d’água mais rasa (0 m), no campo de Serra, com o poço 6-BRSA-1237DP-RNS, na Bacia Potiguar, também operado pela estatal.

Em terra foram, ao todo, 867 registros, dos quais 508 de petróleo, 173 de gás e 158 de petróleo e gás, além de 28 não caracterizados.

Metade das notificações de indícios de hidrocarbonetos foi registrada nos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, totalizando 864 descobertas. No último caso, cerca de 50% em ativos terrestres.

Fonte; Brasil Energia/ Joao Montenegro

II – INFORMAÇÕES E COMENTÁRIOS
1- WORKSHOP SOBRE DESCOMISSIONAMENTO DE PLATAFORMAS

2-RIO OIL & GAS 2018

• EVENTO ; 24 A 29 SETEMBRO
• EXPOSIÇÃO
• ÁREA DO EXPOSITOR
• CONGRESSO
• EVENTOS PARALELOS
• PATROCÍNIO E APOIO

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